segunda-feira, 29 de março de 2010

TOONZINE, RETOMANDO AS ATIVIDADES

Infelizmente o expediente do Blog está muito semelhante ao das Gravações de Chinese Democracy, do Guns n' Roses, infelizmente não sobra muito tempo... e logicamente, não estava me divertindo como o Axl, nos intervalos entre cada Post!
Amanhã, após quatro dias de "folga", irei retomar as atividades.
Acho até que talvez os Post's não estejam fazendo muita falta... até porque, ainda não recebi milhares de E-mail's com pedidos de novos desenhos e coisa e tal!
Fico com dúvida se realmente falar sobre as bandas que gosto é um bom negócio... até porque seria bem mais fácil falar do que não gosto, pois é muito mais fácil criticar e esculhambar com toda a porcariada solta por aí. Se bem que, falar dos Jonas Brothers ao invés dos Replacements seria de doer!

Aguardem os próximos Post's.

quinta-feira, 25 de março de 2010

TELEVISION

Surgiram na cena Punk Nova Iorquina da década de 1970, pioneiros, foram a primeira banda Punk a se apresentar no lendário C.B.G.B. em Nova Iorque. Fazendo um rock violento, porém, cadenciado na harmonia entre as linhas das guitarras e do baixo e Riff’s “Garageiros” o Television alcançou reconhecimento já em seu primeiro álbum “Marquee Moon”, de 1977.
Uma sugestão para quem não conhece a banda: “The Blow-Up”, álbum ao vivo, com os clássicos da banda (e até com cover’s de “Satisfaction” e “Knockin’ on Heavens Door”), show realizado em 1978, com a banda em sua melhor forma. Neste álbum o baixista R. Hell já havia sido substituído por Fred Smith.

Tom Verlaine (Guitarra e Vocais), Richard Lloyd (Guitarra), Richard Hell (Baixo) e Billy Ficca (Bateria) deixaram todas as suas influências evidentes (de Stones a Dylan), incorporando-as ao som, sendo também uma das bandas mais importantes deste período... e certamente, o talento de Verlaine (acima) & Cia. serviram/servem de inspiração para muitas bandas.

 
Sugestões de músicas:

“See No Evil”

“Prove It”

“Venus de Milo”

“Marquee Moon”

“Ain’t That Nothing”


Ao ouvir bandas como TELEVISION  e os RAMONES percebemos como era 'rica' a cena Punk dos anos 1970 em New York City, estas mesmas bandas permanecerão sempre eternizadas devido a sua qualidade e originalidade, e sendo uma grande influência para as novas gerações...
... qualquer garoto que compra uma Guitarra/Baixo ou Bateria não precisa de cursos, professores renomados, conservatórios, etc... precisa ter acesso a discos de bandas como o TELEVISION!


quarta-feira, 24 de março de 2010

PETE

Como a grande mídia consegue deixar de lado o trabalho de Peter Doherty?
Cantor, compositor, escritor... e até pintor, Pete desde o surgimento dos Libertines, banda em que dividia as guitarras e vocais com Carl Bârat, ganhou a grande mídia não com sua música, mas sim com seus “escândalos”. Os grandes tablóides ingleses noticiam com grande destaque suas prisões, namoradas (como a top Kate Moss), envolvimento com drogas, etc; porém, ignoram sua produção artística. No Brasil, é visto como um drogado, um maluco, etc.
A fidelidade dos admiradores vai além de tudo isso, estes sim... enxergam a grande obra que Pete construiu desde o primeiro lançamento dos Libertines (“Up The Bracket”, em 2002) lotando os grandes festivais europeus, fazendo de suas apresentações momentos grandiosos. Peter ao violão é capaz de empolgar grandes platéias, roubando a cena de “mega-bandas”.
Assim que os Libertines encerraram suas atividades, devido à relação conflituosa (de amor e ódio) com Carl, Pete aparece com os Babyshambles, e mais uma vez com a colaboração do guitarrista do CLASH, Mick Jones (que já havia produzido os álbuns dos Lib’s), lançando álbuns fantásticos... e mesmo com essa produção de vários álbuns de alto nível Doherty não é totalmente reconhecido por seu talento musical. Logicamente, ele nunca irá se preocupar em melhorar sua imagem em benefício da própria carreira, senão não seria o Pete que os fãs tanto admiram, o certo é que em algum momento (muito possivelmente após sua morte) sua obra será reconhecida, até porque, nesta década de 2000 não apareceu nada tão bom quanto The Libertines, Babyshambles e sua própria carreira solo.

Agora, tento entender o porquê da necessidade da morte de alguns rockstar’s para que suas obras sejam “vistas”, Peter Doherty não é o primeiro caso (e não será o último), o certo é que ele possui fãs, admiradores, ou seja lá o que for (tão “doidos” quanto ele), que estarão sempre apoiando, ouvindo suas músicas e comprando discos.
Pete é um “rockstar” à moda antiga, para muitos apenas um “junkye”, para os fãs simplesmente um herói. Ele nos salva da cena rockeira atual com canções que vão da violência Punk (ou até do “Garage Rock”) até à leveza de grandes baladas, mostradas em 2009, em seu álbum “Grace/Wastelands”. Agora em meio ao tumulto entre interrogatórios e prisões estamos aguardando o novo lançamento dos Babyshambles, que com certeza será tão bom quanto os outros.

terça-feira, 23 de março de 2010

THE REPLACEMENTS

Se você tem uma banda excelente, com possibilidade de se tornar uma das melhores bandas do mundo… mas não quer... então aprenda com os Replacements, uma banda que propositalmente “chutou” todas as suas grandes oportunidades.
Formada pelos irmãos Bob e Tommy Stinson (Guitarrista e Baixista, respectivamente), Paul Westerberg (Vocalista, Guitarrista), e por Chris Mars (Baterista), sofreu poucas mudanças em sua formação, uma delas muito significativa: a saída de Bob Stinson, por “exagerar” no exagero às drogas. O substituto foi Slim Dunlap. Em 1991, Chris Mars dá lugar a Steve Foley.
O fato mais conhecido dessa história se deu quando a música “Bastards of Young”, de 1985, começou a fazer sucesso nas rádios... dessa forma a MTV americana solicitou à banda que fosse feito um videoclipe para que a música alcançasse realmente o topo das paradas e alavancasse a banda para o sucesso. Uma “superprodução” muito bem dirigida seria a idéia de qualquer banda “normal”... justamente, os Replacements não eram normais! O clipe de “Bastards of Young” exibia do início ao fim um rádio tocando a canção! Resultado: O clipe praticamente não foi exibido, devido a essa ‘provocação’ por parte da banda.

Os excessos marcaram a trajetória desta banda de Minneapolis... a banda podia realizar show’s monumentais que jamais os expectadores iriam esquecer, mas também poderiam criar uma confusão que os expectadores também não iriam esquecer.
Mesmo com esse histórico de bebedeiras, um fato curioso é que o baixista Tommy Stinson (atual baixista do Guns n’ Roses) tinha apenas 14 anos de idade no ano do lançamento do primeiro álbum da banda “Sorry Ma, Forget To Take Out The Trash”, de 1981.
A discografia da banda possui discos que podem ser considerados ‘perfeitos’, “Let It Be” (1984), “Tim” (1985) e “Don’t Please To Meet Me” (1989), indo desde a sonoridade do Punk Rock, até belas baladas, como “Here Comes a Regular” e “Androgynous” (balada tocada ao piano por Paul Westerberg). Já Paul Westerberg (cartoon acima), considera “Pleased to Meet Me”, de 1987 (álbum não citado acima), o melhor álbum da banda, o que mostra a alta qualidade das produções dos Replacements.
O que posso dizer? Os Replacements foram uma banda perfeita, presente no meu top 5 das melhores de todos os tempos, ou quem sabe até no top 3. Boa música, com atitude, que serviu de referência para muitos artistas de grande sucesso, sendo uma das maiores influências da banda Green Day, juntamente com os conterrâneos do Hüsker Dü.
Atualmente Paul se destaca com seus lançamentos solo com discos muito interessantes como “Stereo/Mono” (2002),“49:00 Of You Time/Life” (49 minutos em faixa única!), de 2008 e o mais recente lançamento "PW & The Ghost Gloves Cat Wing Joy Boys", de 2009. Porém a carreira solo de Paul merece um post à parte.
Para quem gosta de Rock de verdade, vale procurar algum disco dos Replacements para escutar... vício garantido!

segunda-feira, 22 de março de 2010

CHUCK: OPERÁRIO DO ROCK!

Após sua saída dos Forgotten Boys, Chuck Hipolitho passou a se dedicar ao seu lado “paizão”, sem esquecer o que escolheu para fazer de sua vida: trabalhar com música. E é exatamente isso que Chuck vem fazendo, no Estúdio Costella, em São Paulo.
No Costella, Chuck atua na produção de bandas, ramo um pouco diferente do qual seus admiradores estão acostumados. Dentre as suas últimas produções, destaco o último álbum da banda “Suéteres”, como uma prova do excelente trabalho que vem sendo desenvolvido, Chuck descreve “passo a passo” o processo de gravação do álbum “Rua Caetés”, de 2009, em seu blog (http://estudiocostella.blogspot.com/).
Neste mesmo endereço podemos conferir o que Chuck “anda fazendo” no estúdio, além de outras informações para quem se interessar em gravar no Costella, ou simplesmente “aproveitar” alguma das muitas dicas postadas.
Muitos podem até pensar: “Pxxxx, eu quero ver o Chuck tocando!”... opa, mas quem falou que o Chuck não está tocando??? Alguém por acaso pensou que ele iria deixar sua Telecaster Blonde e outros “brinquedos” empoeirando? Ou ainda mais, quem seria capaz de achar que um guitarrista que tem a “energia” como uma de suas marcas registradas iria se deixar “enferrujar”?
Falando na “Telecaster”... ela se tornou uma espécie de “marca registrada” para Chuck. Muitos Guitarristas atualmente estão de certa forma banalizando a antiga relação “Guitarrista-Guitarra”, muitos deles com patrocínios de grandes marcas optam pelo “desfile” de modelos, marcas, cores... etc. Resultado: um som sem identidade, e instrumentos sem identidade... identidade esta que Johnny Ramone manteve por toda sua carreira com sua Mosrite, além de outros exemplos, como Tim Armstrong e sua Gretsch, Stevie Ray Vaughan com suas Stratocaster’s, B.B. King e Chuck Berry com suas respectivas Gibson, Keith Richards (dos Rolling Stones) que também utiliza as Blonde’s, e para encerrar: Bo Diddley e sua Guitarra Quadrada!

O último lançamento de uma produção “Costelliana” foram os “Love Bazukas”, banda composta pelos Black Drawing Chalks e pelo próprio Chuck. Este EP de 4 músicas mostra Chuck e os Black Drawing Chalks “visitando novas tendências”, “Destroy This Little Boy”, um funk recheado de guitarras e vocais bem harmonizados, é uma prova disso.
Segundo Chuck, “’pequenos erros’ se tornaram boa parte dos arranjos das músicas”, o excelente resultado está justamente ligado a essa liberdade que todos tiveram para criar, mesmo que por acidente, mostrando uma banda à vontade, descontraída.
O maior mérito do Chuck em toda essa história é o seguinte: trabalhar com aquilo que realmente gosta (música)! É um cara que serve de exemplo para quem está acomodado em uma função a qual ocupa somente por status, comodidade, ou então pela grana mesmo... Chuck mostra que realmente vale a pena “comer um pouco de grama” trabalhando no que realmente gosta!
Próximos projetos? Difícil saber... o certo é que com certeza algo está sendo feito.

sexta-feira, 19 de março de 2010

PROJETOS PARALELOS

Atualmente não é muito difícil encontrar dentro de uma banda de Rock, algum integrante que não tenha algum projeto paralelo.
A rotina sufocante das tour’s cada vez mais longas e cansativas e a pressão das grandes gravadoras, fazem com que os artistas busquem uma “fuga” de suas bandas principais.
Um grande exemplo de banda bem sucedida que se dedica a outros projetos é o Green Day.
Desde o início da década de 90, quando ainda não haviam alcançado sucesso, Billie Joe Armstrong se dedica a banda Pinhead Gunpowder (onde chegou a utilizar o pseudônimo “Wilhelm Fink”), a banda possui diversos lançamentos, porém, realiza poucos show’s. O último deles realizado este ano no Gilman Street, casa de show’s onde surgiram bandas como Operation Ivy e o próprio Green Day.
No ano de 2003, os fãs de Green Day foram surpreendidos por uma banda de sonoridade mais “eletrônica”, com visual futurista (fantasias e máscaras), o The Network. Inicialmente os integrantes do Green Day não admitiram fazer parte do Network, mas o vocal inconfundível de Billie Joe os “denunciou”. O único álbum da banda se chama, “Money Money 2020”.

Já em 2007, surgem os Foxboro Hot Tubs, banda liderada pelo Reverend Strychnine Twitch (Blillie Joe), o álbum de estréia, “Stop, Drop and Roll”, foi muito bem recebido pelo público e a banda realizou diversas apresentações, uma espécie de “aquecimento” para a tour de “21st Century Breakdown”, de 2009. E eles realmente se "aqueceram", garrafas e latas de Cerveja eram consumidas indiscriminadamente... e quando não eram consumidas, serviam para refrescar a platéia!
Antigamente, este tipo de projeto sugeria que a banda estava “acabada”, ou então que iria se separar... qualquer indício de algum projeto paralelo sugeria que o fim da banda estava próximo.
Hoje em dia, os projetos paralelos são sinônimo de diversão, para a banda, e para os fãs, que passam a conhecer um outro lado de seus ídolos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

JELLO BIAFRA

O ex-vocalista da banda Dead Kennedys, pode ser considerado um dos grandes ícones vivos da música... porém, pouco lembrado.
As apresentações da banda (com Jello no vocal) ficaram marcadas pela energia e pelo conteúdo não só das letras, mas também dos discursos de Jello. Seu engajamento no ramo da política é algo muito interessante também, além de ter concorrido ao cargo de Prefeito de São Francisco, cogitou-se uma possível candidatura à Presidência dos Estados Unidos.
Muitas de suas composições ainda podem ser consideradas atuais, “MTV Get Off The Air” é uma delas... isso porque na época em que foi composta ainda não existiam os Jonas Brothers e o Tokyo Hotel, então, por favor: MTV Get Off The Air!
Algo que também não pode ser esquecido é fato de Jello ter sido processado pelos integrantes dos Dead Kennedys, seus ex-companheiros de banda exigiram os direitos sobre as canções da banda (entre elas, os hinos: “California Über Alles” e “Chemical Warfare”). Umas das principais alegações da acusação era que Jello não sabia tocar nenhum instrumento... portanto, não poderia compor. Jello perdeu o processo, e hoje, pode ver muitas de suas músicas em Games famosos que faturam milhões de Dólares.

Atualmente, East Bay Ray, Klaus Flouride e DH Peligro estão jogando o nome e a história da banda na lama, enquanto Biafra mantém com muito sacrifício seu selo “Alternative Tentacles”, lançando bandas em que realmente acredita.
No momento em que um artista como Jello Biafra passa de “apenas mais um cara que canta numa banda de rock” e se torna uma referência para os fãs, percebe-se algo de muito importante, não só no Rock, mas na música em geral, vem sendo perdido nas últimas décadas: o Conteúdo!
A música pode (deve) ser utilizada para transmitir mensagens que acrescentem algo para o ouvinte, principalmente quando se trata de um conteúdo politizado.
Com todos esses fatos, certamente posso afirmar que os músicos de hoje (em sua grande maioria) estão deixando de utilizar esta arma poderosa... a música.

quarta-feira, 17 de março de 2010

O FIM DO ROCK "BANDIDO"

O Rock, estilo que já pôde ser considerado "contracultural" e "símbolo de rebeldia", tem dado mostra que atualmente as coisas não são bem assim. Tudo anda "bonitinho" demais: o som e o visual!
As letras das canções e a postura dos “Rockstar’s” não são tão contestadoras e incômodas como em outras épocas.
A “atitude” a la The Replacements não existe mais, e letras como as de Jello Biafra (Dead Kennedys) foram trocadas por letras “inocentes”, semelhantes às antigas marchinhas de carnaval.  Quanto ao visual, os jeans surrados e jaquetas de couro dos Ramones foram trocados por roupas de "alta-grife", os cortes de cabelo à la Sid Vicious foram substituídos por franjas muito bem "desenhadas". Tendências Emo à parte, o Rock, de modo geral, tem perdido a sua essência.

Um grande rebelde de tempos passados foi o cantor Johnny Cash, ainda hoje figura como um grande ícone do Rock "Bandido".
Seus trajes sempre na cor preta (Man in Black), a relação ao longo da vida com as drogas, uma prisão na primeira fase de sua carreira, e principalmente, os show's realizados por ele em Penitênciárias nos Estados Unidos, fazem com que Cash seja sempre lembrado como um grande rebelde de sua época. Letras como a de "Cocaine Blues" comprovam o lado "Bandido" de Johnny Cash.
Hoje, infelizmente, o Rock "Bandido" possui poucos representantes. A rebeldia está, meio que “enlatada”, o Rock está cheio de “falsos rebeldes”!

terça-feira, 16 de março de 2010

MARCELO NOVA

Analisando a História do Rock, ninguém irá encontrar um "Rocker" com realizações iguais ou próximas às de "Marceleza". O eterno vocalista da banda baiana Camisa de Vênus possui feitos que ninguém jamais alcançou (se você conhece mais alguém, por favor me conte). Marcelo iniciou as atividades musicais com o “Camisa” no início da década de 80, período do surgimento de grandes bandas como Ira!, Barão Vermelho, Ultraje a Rigor, entre outras. Destacaram-se entre tantas bandas devido ao som simples, e letras ácidas.
Da simplicidade do Camisa, Marcelo partiu para composições mais ‘ambiciosas’ em seu primeiro álbum solo de 1988 “Marcelo Nova e a Envergadura Moral”, baladas como “Papel de Bandido” e “Imagens na Memória” passaram a dar uma nova ‘cara’ para o estilo de “Marceleza”. Na turnê deste álbum Marcelo inicia uma famosa parceria com o conterrâneo Raul Seixas que vivia um momento de total ostracismo. Raulzito passou a excursionar com Marcelo pelo Brasil e juntos realizaram 50 shows. Marcelo, na infância, teve seu primeiro contato uma banda de Rock assistindo a uma apresentação dos “Panteras”, banda liderada por Raul. Coincidentemente, anos mais tarde os dois trabalharam juntos em canções como “Carpinteiro do Universo” e “Pastor João e a Igreja Invisível”, canções que fazem parte do último trabalho de Raul: “A Panela do Diabo”, de 1989.
Em 1991, Marcelo inaugura a “onda acústica” com seu álbum “Blackout” e dá continuidade à sua carreira solo com outros trabalhos. No ano de 1996 tem a oportunidade de mais uma vez gravar com um de seus “ídolos”, ninguém menos que Eric Burdon (The Animals). Eric Burdon e Marcelo dividiram os vocais no clássico “Don’t Let Me Be Misunderstood”, anos mais tarde Burdon incluiria algumas canções de Marcelo em seu álbum solo “My Secret Life”, consolidando a parceria entre o dois.
Faltaria então Marcelo dividir os palcos e gravações com mais alguém? Elvis Presley??? Bob Dylan??? Não... nenhum deles, Marcelo atualmente tem o privilégio de dividir os palcos com seu filho, Drake Nova, que acompanha o pai em sua tour pelo Brasil tocando guitarra em alto nível. Os show's mostram desde os sucessos dos tempos de Camisa até seu último lançamento de 2005: " O Galope do Tempo".
Então, mais uma vez eu pergunto: Existe alguém tão realizado quanto Marcelo Nova na história do Rock???

segunda-feira, 15 de março de 2010

TOONZINE

Inicialmente o tempo é curto, mas tenho muitas idéias para que o TOONZINE preencha àquela parte do dia em que as pessoas não têm nada para fazer, aproveitando para saber um pouco mais sobre sua banda favorita ou então conhecer sua 'nova' banda favorita, e também se divertir com os Cartoon's. A idéia inicial é que o TOONZINE funcione como um Fanzine "on-line"... chegando ao leitor mais rápido que os Fanzines tradicionais, que também serão divulgados no Blog!