sexta-feira, 26 de agosto de 2011

BRALHA, Gametas - TOP10, Discos de Rock!


Hoje - antes tarde do que nunca, após várias hostilizações - trago mais um post com a banda Gametas, representados pelo baterista Rafael Bralha (@didi_ramone).

Esse post na Sexta-Feira serve também para alertar à todos que os Gametas estarão trazendo toda sua acidez, humor, terror... ao Interior Paulista nesse final de semana. Sábado (27) em Catanduva, cidade tradicionalmente rockeira que já recebeu show's de Marky Ramone e Marcelo Nova, e Domingão em Araraquara... cidade sede do 'Araraquararock' (onde os Gametas se apresentaram na última edição do evento)... então conterrâneos 'interiorrranos': preparem-se para toda a fertilidade dos Gametas (... tenho certeza que serei ofendido por realizar este trocadilho infame!)!!!

Bralha


Segue abaixo o TOP10 de Discos enviado por Bralha:

1 - Nevermind/ Nirvana (1991) - Esse era um tempo em que a MTV Brasil tinha uma certa "independência" da matriz americana, refletindo isso na programação, que acabou se tornando uma as principais fontes de informação da galera, junto com o hábito de trocar fitas-demo. Banda nacionais como Virna Lisi, Yo-Ho-Delic e Little Quail tinham espaço, pouco depois houve o estouro dos Raimundos, Chico Science, tudo com grande parcela de culpa da MTV. Isso tudo pra não parece estranho eu dizer que conheci o Nirvana por ali. Foi numa tarde de Disk MTV que começou aquele clipe com a guitarra hipnótica e os caras desarrumados no meio de uma quadra enfumaçada. A essa altura eu já estava me vendo no meio daquela quadra quebrando tudo com a galera ao som de "Smells Like (...)" e todos os dias ficava de plantão esperando passar novamente até poder comprar o "Nevermind" e ficar maluco de vez. O som do disco é demais, a guitarrinha do Kurt começa e a bateria pula na sua cara, com a distorção te moendo o cérebro. Muito rock! "In Bloom" é fogo na roupa, esse cara era doido! "Come As You Are", "Lithium", "Polly", "Drain You", ah, não preciso nem falar, esse disco é um dos melhores de todos os tempos!!!



2 - Loco Live/ Ramones (1992) - Esse disco me fez fugir de casa. 33 músicas em pouco mais de uma hora, todos os clássicos na velocidade da luz e adrenalina à mil. Foi base pra o set da última turnê dos caras (Adios Amigos), e com 14 anos tive que ir escondido dar adeus aos meus amigos! A intro com "Durango 95" prepara o terreno pros caras detonarem "Teenage Lobotomy", "Psycho Therapy", "Blitzkrieg Bop" e "Rock and Roll Radio" numa sequência ALUCINANTE. "I Wanna Be Sedated","Pet Sematary", "The KKK Took My Baby Away", difícil pinçar destaques no repertório desse disco, gravado ao vivo na Espanha em 91, já no fim da tour do "Brain Drain". Ouça esse disco já!



3 - Creatures Of The Night/Kiss (1981) - Os caras citaram o "Kiss Alive", e realmente é o que melhor define o Kiss. Só que quando finalmente pude comprar meu "Kiss Alive" (uma edição importada em cd duplo que me custou meses de economia), meu vinil do "Creatures (...)" já estava detonado de tanto escutar. Peter Criss é um super-herói, mas a bateria em forma de tanque de guerra da turnê não deixava dúvidas, Eric Carr virava um gigante atrás dos tambores, apesar de sua estatura pouco destacada. Esse disco aproximou o Kiss de um som mais heavy, os riffs são menos festivos e mais pesados ("Rock n Roll Hell", "War Machine"). Ainda lembro da estranha sensação de ter um gigante vindo em minha direção durante a intro de "I Love It Loud". Ouvir esse disco é andar num HOT ROD envenenado em noite de neblina cheio de gatas com delineador preto no banco de trás.



4 - Shadows Collide With People/John Frusciante (2004) - Frusciante é genial. Não, ele não reinventou a roda (e nem tentou!) em nenhum dos seus (muitos!) discos solo. Nem ao menos se prende a um estilo só, pelo contrário. Quando
compôs seus lendários "seis discos em seis meses" em 2004, dedicou cada a um a um estilo diferente. Setentista, grunge, folk, krautrock/eletrônico, new wave e esse "Shadows (...)", disco de puro rock transbordando feeling em cada faixa. Com o coração exposto em letras reveladoras, Frusciante passeia por temas relacionados ao seu passado obscuro de vício e loucura, expurgando seus demônios através da inspiração que tira deles. "Carvel" começa contida e se torna visceral a medida que John chega a um estágio onde a "energia continua viva". Significa muito para quem teve que extrair os dentes anos antes para não morrer de infecção generalizada devido a heroína. Em "Omission" divide os
méritos com Josh Klinghoffer (seu colaborador e substituto no Chilli Peppers) e depois de "Regret" e "Ricky" você já está se perguntando "como esse cara consegue?". O disco segue variando entre belas baladas soft-rock ("Song To Sing When I´m Lonely";"Times Goes Back") e temas rápidos de poucos acordes ("Second Walk"; "This Cold"), todas com melodias incríveis e solos emocionantes. O disco passeia por um clima um tanto otimista, apesar de tratar de episódios tão pessoais e dolorosos para o guitarrista. Talvez uma tentativa de mostrar que está tudo bem e ele está de volta ao mundo dos vivos. Com certeza um dos melhores "discos que ninquém conhece" que existe!



5 - Paranoid/Black Sabbath (1970) - O disco perfeito. Oito minutos de guitarras cortantes e cavernosas combinadas a bateria nervosa em "War Pigs" pra começar. E foda-se o padrão 3 minutos exigido pelas rádios. "Gostamos de Beatles, mas queremos foder sua cabeça", pareciam dizer os quatro sujeitinhos sujos e mal encarados de Birmingham. Em "Paranoid" Ozzy morde, pra depois sussurrar como o diabo em "Planet Caravan". "Iron Man" é mãozada de ferro na lata dos frescos, enquanto "Electric Funeral" é lisergia carregadíssima, uma bad trip de arrepiar os cabelinhos da nuca do Papa!! Quer mais riffs? "Hand Of Doom" e a instrumental "Rat Salad" arrabentam sua cabeça! Se você chegou vivo até aqui, abraça o capeta e dança "Fairies Wear Boots" com ele!!!



6 - The Piper At The Fates Of Dawn/Pink Floyd (1967) - Em 1966/67 Londres vivia uma agitação cultural nunca vista antes. Os jovens do pós-guerra tinham uma condição que nenhuma geração anterior tivera, com direito a escolha e dinheiro no bolso para consumir. Em comum todos escolheram ser diferentes dos pais. Era a cultura jovem nacendo e suas milhares de ramificações começando a atrair a atençao pra si. Uma dessas turmas se autointitulava o "underground" londrino, consumindo muita poesia, fotografia e música. O Pink Floyd, com seu show extremamente sensorial, com jogos de luzes e música vanguardista, conquistou essa galera e começou seu alto vôo na história da musica pop do clube londrino UFO, onde, encharcados de ácido, testavam o repertório de seu primeiro álbum, o ambicioso "The Piper At The Gates Of Dawn". Sob a batuta de Syd Barret, a banda experimentava o sucesso subterrâneo com longos improvisos em cima de temas simples, conseguindo hipnotizar sua crescente platéia. Gravado em Abbey Road no mesmo período em que era concebido "Sgt Peppers (...)", o álbum dava uma cara espacial ao rock dos 60, com canções alucinadas como "Astronomy Domine" e "Interstellar Overdrive", personagens engraçados em "The Gnome" e "Scarecrow" e gemas pop com acabamento completamente maluco ("Flaming" e "Power R. Touch"). Syd Barret concebia soluções de arranjo fora do comum, mostrando um potencial de expansão da mente que, com a ajuda do consumo excessivo de ácido, mostrou-se demais para o jovem compositor. Ao longo da turnê Dave Gilmour foi contratado
para tocar guitarra nos shows, já que Syd tinha se tornado imprevivísel (e
capaz de atos como tocar um único acorde durante o show inteiro), mas como o
tempo foi impossível pra banda manter Barret, que já se encontrava à beira do
colapso mental que o acometeu e fez retirar-se definitvamente da música.
Gilmour assumiu o posto e o resto é história!



7 - Raw Power/The Stooges (1973) - Violência e revolta, puro suco da rebeldia drogada, desiludida com o fim do sonho dos anos 60. De baterista obscuro a vocalista da banda mais louca e evitada da transição 60/70, Iggy Pop levou suas atitudes loucas as raias da insanidade, com direito a auto-multiação! Só que no meio disso tudo tinha muita energia voltada pra música, e, enquanto as drogas deixaram, essa banda produziu toneladas de decibéis da melhor qualidade! "Raw Power" foi mixado por David Bowie, que viu da Inglaterra uma bombástica apresentação dos Stooges no Festival de Cincinnati, onde Iggy se besuntou de pasta de amendoim e se jogou nos braços da massa. Impressionado, voou ao
encontro dos maníacos, mas acabou atrapalhando mais do que ajudando. Faixas absolutamente essenciais pra qualquer roqueiro que tenha orgulho de arrotar em público, "Raw Power", "Search & Destroy", "Your Pretty Face Is Going To Hell" e "Penetration" foram ignoradas pelo mainstream, desiludindo a banda e afundando ainda mais os integrantes nas drogas, o que levou a derrocada uma banda que nasceu pra destruir. Em 1997 o disco teve uma remixagem com o volume nas alturas e mostrou pra todo mundo como se ofendeia pessoas no início dos 70!



8 - Roots/Sepultura (1996) - Em 1996 o Sepultura era a maior banda de metal do mundo. Não tinha Metallica (em baixa com os fiascos "Load" e "Reload"), não tinha Slayer, não tinha Megadeth. Depois de assombrar o velho mundo com o incrível "Chaos A.D" ninguém poderia imaginar que os "jungle boys" tinham pernas para dar mais um passo gigantesco não só pra banda, mas pra todo a música pesada!! Os irmãos Max e Igor Cavalera com Paulo Jr e Andreas Kisser soavam como um trovão. Era o que o metal tinha de mais expressivo na época. Gravado num rancho americano com produção de Ross Robinson e usando equipamentos vintage, a banda achou um som que seria amplamente copiado e diluído nos anos seguintes, sendo um dos pilares para o surgimento do famigerado new metal, grande parte por culpa do próprio Robinson, que usou a fórmula com qualquer Zé Mané que aparecesse de roupa da Adidas e dread locks podres no seu rancho. Mas naquele momento algo diferente aconteceu, e faixas como "Roots Bloody Roots", "Attitude", "Rattamahatta" (com participação de Carlinhos Brown) e "Born Sttuborn" embaralharam a cabeça dos gringos e os levaram direto ao topo do mainstream! Os mais radicais que se assustaram com as notícias do uso de percussão e participações de gosto duvidoso não tiveram nem tempo pra pensar se iam repudiar o trabalho, tamanha a violência das músicas. Era metal, era extremo, mas era diferente demais. E acabou sendo demais pros caras também, que se separaram no fim da turnê.



9 - Rust In Peace/Megadeth (1991) - Clássico absoluto e insuperável do Megadeth. Na época do Rock in Rio II eu tinha 9 anos e precisava de um "disco do Rock in Rio". Quando o vendedor da loja deu as opções não hesitei em escolher o que tinha uma caveira na capa mostrando um E.T para vários chefes de estado (Bush pai, Gorbatchev e outros fascínoras). Quando a agulha tocou o vinil e o riff MONSTRUOSO de "Holy Wars" saiu das caixas foi meio que um susto. A bateria parecia um caminhão desgovernado passando por cima da porra toda, enquanto eu ficava na dúvida se o riff era feito por uma guitarra ou uma serra elétrica!! "Hangar 18" é de cair o queixo, e ali percebi que a diversão estava só
começando! Que raiva esses caras estavam quando fizeram "Take No Prisioners"! Ouça "Poison Was The Cure" e se pergunte quantos dedos Mustaine tem em cada mão. "Tornado Of Souls" não te dá sossego e quando "Rust In Peace ... Polaris" acaba você se pega recobrando o fôlego depois dessa violência toda. Que inveja de quem estava no Maracanã vendo os caras detonando essas músicas em janeiro de 91!



10 - Stranger Than Fiction/Bad Religion (1994) - É complicado escolher apenas um disco da fase clássica do Bad Religion, mas nesse álbum de 1994 os caras chegaram a um nível que nunca mais seria alcançado por eles. A velocidade de discos como "Generator" e "Suffer" diminiu, destacando ainda mais as melodias e riffs surpreendentes, o que fica claro logo no início com "Incomplete" e "Leave To Mine". "Infected" teve um clipe de muito sucesso na MTV e levou o Bad Religion a um patamar inédito na carreira, que seria acentuado com o disco seguinte "The Gray Race" e seus diversos hits de rádio."Television" e "Marked" também se destacam, mas o mehor fica pro final com a apoteótica "What It Is". Discaço!!






segunda-feira, 22 de agosto de 2011

IURI ESCABROSO, Gametas - TOP10, Discos de Rock!

Hoje temos a colaboração de mais um 'Gameta', trata-se do Guitarrista Iuri Escabroso, que nos listou seus 10 Discos de Rock essenciais... vamos aos 10: 


IURI ESCABROSO



THE CULT - SONIC TEMPLE (1989): Quando tinha uns 11 anos, vi o anúncio desse álbum numa revista de música, e a capa me chamou muito a atenção. Quando finalmente o ouvi foi amor à primeira ouvida, vi que o cara da capa não estava ali só pra encher lingüiça. Esse álbum é muito bem produzido. Canções cheias de peso e clima. Sem contar no fabuloso trabalho de guitarra de Billy Duffy. Destaco "Sun King", "Fire Woman", "Sweet Soul Sister" e a balada "Edie (Ciao Baby)".

KISS - ALIVE! (1975): Esse aí é obrigatório para qualquer pessoa que escute ROCK. Foi definitivamente a primeira banda que conheci. Esse disco realmente captou o que o KISS era capaz de fazer naquela época.

GUNS N' ROSES - APPETITE FOR DESTRUCTION (1987): Clássico! Hard Rock de primeira. Esse foi um dos álbuns que me inspirou a tocar guitarra. Slash é uma grande inspiração.

BLACK SABBATH - BORN AGAIN (1983): Sombrio e pesado, esse álbum é bem maciço, bem ao estilo Sabbath. Tony Iommi tem um estilo próprio e inimitável de tocar guitarra. Sempre fui fã da voz de Ian Gillan, que cantou com os caras nesse aí. Destaco "Zero The Hero", "Digital Bitch" e "Keep It Warm".

IRON MAIDEN - POWERSLAVE (1984): O Iron Maiden tem um estilo único. A dupla Dave Murray e Adrian Smith também meinfluenciou muito. Esse disco é bem complexo. Steve Harris é o cara! Destaquespara "Aces High", "2 Minutes To Midnight" e a faixa-título. Up The Irons!

OZZY OSBOURNE - NO MORE TEARS (1991): Esse disco realmente é a cara do Madman. A versatilidade de Zakk Wylde éinvejável. Destaco a faixa-título, "I Don't Want To Change The World" e abelíssima "Mama, I'm Coming Home".

VAN HALEN - FOR UNLAWFUL CARNAL KNOWLEDGE (1991): Outro ótimo disco lançado em 1991. O Van Halen é outra banda que conheci bemprecoce. Eddie definitivamente é o mestre, e Sammy Hagar é um grande compositore vocalista. Esse disco vale a pena ouvir de cabo a rabo. Right NOW!

AEROSMITH - PUMP (1989): Outra banda que vale a pena citar. O Hard Rock oitentista sempre me fascinou.Pump é outro disco com uma sonoridade única. Steven Tyler é um grande vocalistae tem um puta carisma. Destaques para "F.I.N.E.", "Janie's Got A Gun" e "Love InAn Elevator".

DAVID LEE ROTH - EAT 'EM AND SMILE (1986): Primeiro disco do vocalista original do Van Halen. O virtuosismo de Steve Vai eBilly Sheehan é coisa de louco. Destaques para "Yankee Rose", "Shyboy" e "Goin'Crazy!".

ALICE COOPER - HEY STOOPID (1991): Alice Cooper é um cara super talentoso, tanto nas composições quanto no palco.Seus shows são super teatrais e impressionantes. Destaco a faixa-título com seurefrão grudento e "Love's A Loaded Gun".




#22anossemRaul

Ontem, 21 de Agosto, completou-se mais um ano sem o grande mestre Raulzito... segue em atraso a minha homenagem a este grande Rocker e também a todos os Raulseixistas, responsáveis pela preservação e pela divulgação da obra do Maluco Beleza.


Fanzine Novo Aeon, de 2002, um dos meus primeiros trabalhos realmente sérios! Este é um dos meus favoritos... confeccionado junto ao meu grande 'brother' Alexandre Pedrosa, o maior Raulseixista que conheço!




segunda-feira, 15 de agosto de 2011

GAMETAS, Paradise (TOP10 discos).

Hoje o TOONZINE conta com a colaboração do vocalista e guitarrista da banda GAMETASSir Paradise Von Drakulelvis! Paradise enviou ao Blog um TOP10 com seus discos de Rock favoritos... vamos à lista:



Paradise



"Taí a lista dos meus 10 discos preferidos. Se esqueci de algum não tem problema porque minha opinião muda muito de qualquer maneira...

Exile on Main St - Rolling Stones
O melhor disco EVER.
Tem uma diversidade de estilos matadora e interpretações pungentes, cruas e viscerais. Só tem música foda e além do mais é duplo.

London Calling - The Clash
É um Exile mais jamaicano. Acho que o Clash se inspirou na obra prima dos Stones para compor a sua própria. É duplo também (coicidência?)

Alive I - Kiss
Outro duplo! O melhor disco ao vivo de todo sempre. Captura toda a aura de adrenalina puramente rock'n'roll do quarteto mais fantástico que o Quarteto Fantástico. Ace Frehley é o herói da guitarra e sempre o será!

Face to Face - The Kinks
Letras fodas sobre temas cotidianos, críticas ao American Way of Life aliadas a melodias mod indefectíveis dessa banda londrina que foi melhor que os Beatles!(eu dando uma de Milton Neves)

Stage Fright - The Band
The Band acompanhou Dylan em Planet Waves (outro disco que poderia figurar nessa lista) e Basement Tapes. Quando o Eric Clapton ouviu o guitarrista dessa banda, Robbie Robertoson, repensou seu estilo de tocar. Vocalistas sensacionais, músicos espetaculares e canções rústicas, sutis absolutamente excepcionais.

The Romantics - The Romantics
Virada dos 70 pros 80, essa banda junto com os Cars, o Blondie, entre outras, ajudou a lançar as bases pra New Wave. Rock divertido e desencanado. I like it.

Argybargy - Squeeze
Doce obscuridade. O supra-sumo do pop do começo dos anos 80. A dupla de compositores dessa banda inglesa chegou a ser comparada à Lennon e McCartney.

Beat Boys In The Jet Age - The Lambrettas
Mod Revival, virada dos 70 pros 80 e um movimento inglês liderado pelo Jam reviveria o som de bandas mod como The Who e Small Faces.
Curto o pop simples desses caras.

Pleasant Dreams - Ramones
"The KKK Took My Baby Away", "Don't Go", "You Sound Like You're Sick", "She's A Sensation", "7-11"...
Só música foda! Nada mais a declarar.


The Very Best of - Poco
Descobri essa banda há uns 15 anos atrás. Coutry rock seminal e essencial daqueles com harmonias vocais de emocionar qualquer marmanjo.



BOA NOITE, ALMAS PENADAS
Sir Paradise Von Drakulelvis"